A expetativa de sucesso

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Quando vemos pessoas bem sucedidas, podemos invejá-las, julgando que a vida delas é fácil, ou glamorosa, ou que têm tudo, são inteligentes, capazes e competentes. Mas ninguém vê as inseguranças, fracassos, erros, mudanças de direcção, os “nãos” que ouviram, as portas que se fecharam, as noites sem dormir, as dúvidas no caminho, a vontade de desistir.

O caminho para o sucesso, ou para a realização (pessoal ou profissional), faz-se tortuosamente. Tem percalços, vales, montanhas, planícies, mares, rios e pontes suspensas. Tem o desequilíbrio, o medo, o desafio, a promessa, a vontade, o desejo, a perda, a desilusão. É preciso coragem, força de vontade, resistência ou resiliência, tolerância ao erro e à frustração, determinação, foco e motivação.

Primeiro é preciso querer, criar objectivos e visão de futuro: onde quero chegar? Depois, perceber o que é necessário para chegar lá: Como? Mas também o Porquê. Qual a minha motivação? Porque quero fazer isto? Chegar à raiz da necessidade e da vontade. A seguir, acção prática, comportamento, ir à procura, fazer, concretizar, procurar. Começar com uma decisão e depois planear os vários passos ou tarefas e, a cada semana, executar algumas delas.

Podem fazer-se diversos tipos de planos, planos de dieta, planos de treino/exercício físico, planos terapêuticos (o que quero trabalhar em mim), planos de negócios (estudo de mercado, identificar necessidades, apresentar um produto novo ou inovador, etc), plano de estudos, etc. Todos os planos começam num ponto de partida. E todos eles podem ir sendo revistos a cada etapa. Podem dar-se mudanças de direcção ou mesmo mudanças de caminho. Mas todas essas hipóteses começam com uma vontade: a de chegar mais além, a de chegar mais longe, conquistar mais isto ou aquilo, criar esta ou aquela coisa.

Pode parar-se pelo caminho diversas vezes para se contemplar o plano (a estrada ou caminho) e decidir qual o melhor passo a dar na etapa seguinte. E assim, a pouco e pouco, vai-se chegando onde se quer chegar, e o horizonte da meta, vai ficando cada vez mais perto. Ou então, novas metas podem ir sendo criadas também. O que é certo é que nos fortalecemos pelo caminho, aumentamos a nossa autoconfiança e a nossa autoestima. Ganhamos experiência, conhecimento e, no final, sabedoria e contemplação pela missão que realizámos. Saibamos também parar para apreciar a viagem e não só o fim dela.

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